Havia um rapaz tímido guardado na gaveta de certa senhora
Naquelas noites, a certa senhora abria a gaveta
Em algumas manhãs, fechava-a e guardava a chave no decote
Ninguém poderia prever a disposição da senhora ou da gaveta
A senhora era a cabeça que decidia quando a cómoda abria a boca
A boca, em certas senhoras, dos rapazes tímidos
Naquelas noites, em algumas manhãs
Naquelas noites, a certa senhora abria a gaveta
Em algumas manhãs, fechava-a e guardava a chave no decote
Ninguém poderia prever a disposição da senhora ou da gaveta
A senhora era a cabeça que decidia quando a cómoda abria a boca
A boca, em certas senhoras, dos rapazes tímidos
Naquelas noites, em algumas manhãs
Comentários
Enviar um comentário