Na sombra de um lençol, havia uma milha que distava isso mesmo. Ao lusco-fusco, exibia-se o que estava proibido mostrar. Os rios escorriam veementes pelas pernas das montanhas E alargavam nas ancas do oceano, onde se perdiam desvairadamente. A pluviosidade organizava um baile nos baixios interiores. Por vezes, variava-se a pressão e até se descansava um pouco. Abandonavamos os lagos pelo leito enquanto riam tremores de terra e a agricultura sorria perdida e descomposta ao fundo do corredor. Subitamente, um trovão ameaçava a primavera. A Índia refugiou-se entre as pernas. A milha que pousava no lençol desalinhava em alguns centímetros. Encolhia. E a planície de umas costas arqueava-se para recolher uns chinelos e lavar-se por baixo. A média de tédio por héctare subia abruptamente e o desespero chapinhava nas monsões setentrionais. Duas semanas mais tarde, a rotação ameaçava o quarto crescente. O equador saiu de casa penteado para tomar um café. Um café africano, to...
é no vento tíbio que guardo frutos. sentei-me à espera que apodreçam