O fogo que alimenta o ânimo das coisas vivas
Queima-me as mãos e os olhos
O poema incendeia-se por dentro
Mastigo o carvão do seu eclipse
Na amplitude do canto das queimaduras
Anseio pelo teu regresso
Queima-me as mãos e os olhos
O poema incendeia-se por dentro
Mastigo o carvão do seu eclipse
Na amplitude do canto das queimaduras
Anseio pelo teu regresso
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